quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

5 previsões feitas em 1931 sobre como seria o mundo em 2011






São Paulo – Em 13 de setembro de 1931, o jornal americano The New York Times completou 80 anos de existência. Para comemorar o aniversário, o jornal convocou algumas das principais personalidades da época para uma difícil missão: escrever artigos com previsões sobre como seria o mundo nos 80 próximos anos. Ou seja, como seria o futuro da humanidade em 2011.
Nomes como Henry Ford, que revolucionou a indústria automobilística, Robert Millikan, físico conhecido por determinar a carga do elétron, e outros, participaram do exercício de futurologia.
Os artigos renderam previsões como as de William Ogburn, sociólogo americano que dizia: “em 2011, a mágica do controle remoto será algo banal”, e “daqui a 80 anos as pessoas serão mais nervosas, e as desordens mentais vão aumentar”. Qualquer semelhança é mera coincidência.
Por outro lado, o próprio Ogburn escreveu: “a pobreza será eliminada e a fome, como força motriz das revoluções, não será mais um perigo”. Veja nas fotos ao lado cinco previsões para 2011 feitas em 1931 por grandes personalidades.




Henry Ford, empresário norte-americano que, ao fundar a Ford Motors revolucionou a indústria automobilística, foi um dos articulistas na edição dos 80 anos do NYT. Ele escreveu que o progresso mais significativo da humanidade até 2011 seria “perceber que não tivermos tanto progresso quanto o barulho do nosso tempo sugeria que faríamos.”
“Não que o futuro não prometa muitas coisas. Pelo contrário, promete tantas que o presente se torna monótono na comparação. Mas temos que entrar no futuro por uma antessala, um caminho de autoanálise, e com certa penitência por nossa estupidez passada.”
Ford achava que, neste ano, os homens falariam menos sobre consciência social e mostrariam mais evidências de ter realmente feito as tais coisas sobre as quais falavam. “O único lucro da vida é a própria vida. E eu acredito que, nos próximos 80 anos, teremos mais sucesso em propagar este lucro”.
O sociólogo norte-americano William Ogburn escreveu, em 1931, que 80 anos depois, a “mágica do controle remoto” seria considerada “lugar comum”. “O servo mais versátil da humanidade será o tubo de elétrons”, disse, referindo-se à televisão.
Ele fez previsões sobre o desenvolvimento social fundamentado na tecnologia. “As invenções para transporte e comunicação vão amenizar as diferenças regionais e nos nivelar. O progresso tecnológico inevitável e a abundância de recursos naturais vão garantir padrões de vida mais elevados. A pobreza será eliminada e a fome, como uma força motriz de revoluções, não será mais um perigo.”
Ogburn escreveu ainda sobre a sociedade. Ele via a família como algo que não pode ser destruído, mas apostava que esta instituição seria “menos estável” no futuro. “A taxa de divórcios será bem maior do que a de agora. A vida das mulheres será mais como a dos homens, elas vão passar mais tempo fora de casa.”
Sobre o ritmo de vida, Ogburn escreveu: “as pessoas serão mais nervosas e os distúrbios mentais aumentarão por um tempo, mas em 2011, os médicos provavelmente terão o controle da situação”.

O físico norte-americano Arthur Compton, ganhador do prêmio Nobel, foi outro a colaborar com um artigo para a edição de 80 anos do NYT. Ele escreveu também sobre o que julgava ser um fenômeno de integração mundial. “A comunicação impressa, verbal e pela televisão será muito mais comum do que é hoje, de modo que o mundo todo será como uma grande vizinhança”.
“A melhoria nas comunicações, as fronteiras nacionais perderão gradualmente sua importância. Porém, por causa das diferenças raciais, não podemos esperar uma união mundial daqui a 80 anos. Os melhores ajustes que podemos esperar para esta mudança certa é que haja uniões voluntárias de nações vizinhas sob um governo centralizado, ou de proporções continentais”, escreveu. 

O físico sérvio Michael Pupin, especialista em comunicações elétricas foi outro a escrever para o New York Times sobre como o mundo seria em 2011. De acordo com o cientista, um dos grandes defeitos da humanidade em sua época era “a falta de sabedoria para distribuir de forma equitativa a riqueza criada”.
Com base nesta análise e em sua visão de mundo, ele afirmou: “pode-se profetizar seguramente que, durante os próximos 80 anos, esta civilização vai corrigir esta deficiência criando uma democracia industrial que garantirá aos trabalhadores uma parcela justa da riqueza produzida por seu trabalho”. 

Robert Milikan, físico norte-americano ganhador do prêmio Nobel e conhecido por determinar a carga do elétron, escreveu em artigo para o NYT que não apostava em muitas mudanças no mundo dos físicos.
Para ele, as maiores mudanças entre as ciências naturais aconteceriam mais provavelmente no campo da biologia. “Além disso, é quase certo que haverá um espalhamento do método científico que tanto significou para nós, físicos, para solucionar nossos problemas sociais”.




Estudo confirma que maioria dos jovens fica online sem nenhum motivo

“Ôô, geeks, I just wanna have fun

Se alguém precisava, tá aí um estudo que confirma: muitos de nós entramos na internet sem uma razão em particular. O relatório do Pew Research Center’s Internet & American Life Project aponta que cerca de 53% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos fica online em qualquer dia sem motivo especial, só por diversão. Além desses 53% que são habitués da internet for fun, cerca de 81% das pessoas nessa faixa etária disseram ter entrado na internet sem um motivo específico pelo menos ocasionalmente.

Mas não são apenas os usuários jovens que entram na internet quando estão à toa – cerca de 58% de todos os adultos disseram que usam a Internet desta forma (o que representa um aumento no número da mesma pesquisa feita em 2006, quando 45% deles disseram agir assim). O estudo observou que o crescimento de pessoas usando a internet como um “destino para diversão” coincide com o aumento de conexões de banda larga, redes sociais e vídeos.

A internet, portanto, não é apenas o playground dos jovens.  O relatório conclui ainda que a quantidade de tempo as pessoas perdem tempo na web não corresponde com a idade. Apenas 12% das pessoas acima de 65 anos dizem que entraram online no dia anterior para nenhuma razão particular. Entre os que têm entre 50 e 64 anos, 27% respondeu sim à mesma pergunta.

A tendência sugere que a web está se tornando um concorrente a outros tipos de atividades de lazer. E você se pergunta como podem existir tantos vídeos de gatinhos no mundo, não é mesmo?

O estudo foi realizado entre 2260 adultos acima de 18 anos e tem uma margem de erro de 3,7%. A pesquisa não avaliou quanto tanto eles estão gastam online  se divertindo.

Ver o logo da Apple deixa você mais criativo

Você deve estar achando que nós, do CIÊNCIA MALUCA, somos puxa-sacos da Apple.
Calma, vai, não é bem por aí. Mas não dá para negar que ela e sua maçã viraram um símbolo decriatividade e inovação mundo afora, né? Talvez tenha sido daí, então, que pesquisadores das universidades de Duke (EUA) e Waterloo (Canadá) tiraram a ideia de expor voluntáriossubliminarmente o logotipo de empresas famosas e ver como isso os afetava.
341 universitários assistiram a projeções nas quais o logo da Apple ou o da IBM apareciam por milésimos de segundo — tão rápido que eles nem conseguiam identificar que tinham visto um dos dois. Depois da exibição, partiram para um exercício (que consistia em listar a maior quantidade possível de usos para um tijolo) criado para avaliar o quão criativos eram.
Segundo os pesquisadores, o pessoal que viu o logo da Apple (mesmo sem perceber) foi “significativamente” mais criativo na tarefa do que o povo que viu o da IBM. O efeito, eles acreditam, vem da associação geral que fazemos da companhia de Steve Jobs com criatividade.
“Nós somos expostos a milhares de logotipos todos os dias”, disse o líder da pesquisa, Gavan Fitzsimons. “Achamos que isso não nos afeta, mas nosso trabalho demonstra que até vislumbres fugazes podem nos afetar drasticamente”. O que você acha? Fique de olho!
Crédito da foto: flickr.com/chubbybat

Red Orchestra 2 : Heroes Of Stalingrad Gameplay





Diablo 3 Gamplay





NeverDead Gameplay


Skyrim, o jogo do ano de 2011, fica impressionante com os novos mods para PC


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The Elder Scrolls V: Skyrim, que foi eleito o melhor jogo  de 2011 no oscar dos games o VGA 2011, acaba de receber um novo pack de mods impressionantes para PC que podem ser vistos em ação no vídeo mais abaixo. 

Nós gostamos muito de ver notícias de Skyrim, este vídeo novo da versão PC com mods merece os holofotes. 

 

  O usuário do Guru3D "BlackZero" nos enviou um vídeo que mostra como Skyrim se parece com uma seleção de mods. Os mods que estão em uso neste vídeo são Serious HD Retexture Landscape Skyrim feito por Z4G4, Lush Grass feito por OpticShooter e Vurts Skyrim Flora Overhaul. 

Estes três mods mudam drasticamente os ambientes ao ar livre e podem ser usados ??juntos sem qualquer conflito. Skyrim parece incrível com eles e é altamente recomendável usá-los. 

Os 3 mods podem ser baixados nos links abaixo: 

Serious HD Retexture Landscape Skyrim 
http://www.skyrimnexus.com/downloads/file.php?id=2146 

Lush Grass 
http://www.skyrimnexus.com/downloads/file.php?id=3288 

Vurts Skyrim Flora Overhaul 
http://www.skyrimnexus.com/downloads/file.php?id=141 


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